|
|
|
|
Segunda, 26 Julho 2010 22:07 |
|
Diz quem sabe que em 2011 haverá eleições legislativas. Quem sabe diz também que o PSD as vai ganhar. As sondagens também. Quando um jogo parece perdido, o que é preciso para o ganhar é querer ganhá-lo. Fazer o que é preciso.
Era eu pequeno, no pequeno batatal da pequena horta, aprendi a estratégia do escaravelho. O pequeno animal passeava-se nas ramas das batateiras Eu tocava-lhe com a ponta do dedo e o animal estacava e imobilizava-se e fingia de morto. Podia brincar com ele e ele sempre imóvel tipo morto. Eu lá me chateava e deixava-o para me dedicar a coisas mais interessantes.
|
|
Continuar...
|
|
Sexta, 23 Julho 2010 00:48 |
|
Não a Páscoa da Ressurreição, nem a Passagem hebraica. Refiro-me a uma pequena ilha perdida no Pacífico a cerca de 3700 km do Chile, de cuja administração depende. Embora ainda com poucas certezas sobre a sua história, a pequena ilha de Páscoa ilustra de forma dramática o colapso de uma civilização que sobreutilizou os recursos naturais.
Colonizada por povos da Polinésia, provavelmente entre os anos 600 a 800, com um clima favorável e dotada de uma rica floresta, rapidamente desenvolveu comunidades humanas que afirmavam o seu poder construindo as famosas estátuas de pedra, os Moais, algumas com mais de 20 metros de altura e que eram organizadas em santuários.
|
|
Continuar...
|
|
Quarta, 21 Julho 2010 22:01 |
|
A comunicação social tem dado conta de um mal-estar generalizado sobre a justiça. O cidadão teme a sua ineficácia, lentidão e custos. O discurso politicamente correcto proclama a sua confiança nos tribunais mas todo o discurso privado vai em sentido contrário.
Um condutor provocou um acidente em que ele próprio foi parar ao hospital. O seu estado não permitia fazer, no local, o teste de alcoolemia. No hospital, uma colheita ao sangue provou que tinha um índice superior ao triplo permitido por lei. O senhor devia ser de posses e de tribunal em tribunal lá conseguiu safar-se: Segundo os juízes desembargadores da Relação do Porto, o próprio decreto-lei que se aplicou aos portugueses desde 2001, nem é válido. O condutor embriagado foi absolvido. A conclusão a tirar pode ser chocante para o cidadão comum, mas fará jurisprudência incontornável.
|
|
Continuar...
|
|

|
|
|
|